User:Filipa Ribeiro C. Lucas/Notebook/Filipa Lucas/2010/05/31

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Parte 2. Armazenamento e transmissão da informação Caso de Estudo 2 – Golpe de sorte Em Agosto de 1994, C.M. resolveu tornar-se dador de sangue. Na avaliação médica de rotina, tudo parecia ter corrido bem, mas daí a uns dias, a notíca caíu como uma bomba: os exames laboratoriais indicavam que estava infectado com HIV-1. O choque inicial foi grande. Como a contagem de linfócitos T CD4+ apresentava valores baixos, determinantes para o diagnóstico de SIDA, havia indicação para iniciar a terapia com AZT. Felizmente C.M. pode contar com o apoio de uma família bem informada e começar a sua luta sem o estigma da discriminação. Foi preciso mais coragem para dar a notícia à namorada, com quem já vivia junto há vários meses. Juntos conseguiram encontrar uma maneira de lidar com o problema, aliviados pela descoberta de que A. não estava aparentemente contaminada. C.M. passou a ser monitorizado de 6 em 6 meses, fazendo a contagem das células CD4+, no sangue periférico. A terapia parecia estar a ser eficaz, e a vida começou a correr com mais normalidade outra vez. Em 1996 passou a ser tecnicamente possível determinar por rotina a carga viral no plasma. E foi aí que C.M. ouviu outra vez más notícias da boca do seu novo médico. “Tenho aqui a sua história clínica e os resultados dos novos exames. Infelizmente, e apesar dos níveis de células CD4+ se terem mantido estáveis no último ano, a verdade é que o AZT parece ter deixado de funcionar. Felizmente, temos como alternativa as novas terapias combinadas, que vamos começar de imediato.” .............................................................................................................................................................................. Diagnóstico: HIV. Linfócitos t cd4+ valores baixos Terapêutica: AZT + determinar a carga viral no plasma. Pós-terapêutica: CD4+ valores estáveis mas AZT sem efeito. Solução: terapias combinadas AZT: reverse transcriptase inhibitor -> antibiótico que promove resistência aos patogéneos –> mas, rápida evolução. São utilizados agentes anti-virais Pathogens can (1) produce an enzyme that destroys the drug, (2) alter the molecular target of the drug so that it is no longer sensitive to the drug, or (3) prevent access to the target by, for example, actively pumping the drug out of the pathogen. Once a pathogen has chanced upon an effective strategy, the newly acquired or mutated genes that confer that resistance are frequently spread throughout the pathogen population and may even be transferred to pathogens of different species that are treated with the same drug.

Replicação do DNA 

A descoberta da complementaridade de bases entre as cadeias de DNA sugeriu que elas poderiam separar-se para servir como molde para a síntese de novas cadeias complementares – hipótese de replicação semiconservativa.

Segundo a hipótese de replicação semiconservativa podem considerar-se várias etapas: 1. As duas cadeias da dupla hélice na presença de enzimas específicas, DNA polimerases, separam-se por ruptura das ligações de hidrogénio. 2. Cada uma dessas cadeias serve de molde à formação de uma cadeia complementar, sendo utilizados nucleótidos que existem livres na célula. 3. Formam-se simultaneamente duas cadeias de desoxirribonucleótidos de acordo coma regra das bases complementares. Os novos nucleótidos, à medida que se vão colocando, ligam-se por acção enzimática à desoxirribose do nucleótido anterior, desenvolvendo-se duas cadeias complementares das duas cadeias originais, sendo cada cadeia antiparalela em relação à que lhes serviu de molde. 4. As reacções de condensação ordenada de nucleótido processam-se no sentido 5'→ 3', crescendo duas cadeias em sentidos opostos. 5. Quando o processo de replicação termina estão formadas duas moléculas de DNA idênticas entre si e idênticas à molécula original.

Replicação: provém do facto de as novas cadeias formadas serem uma réplica das cadeias originais, o que leva a uma identidade entre as moléculas recém-formadas e a molécula original. Semiconservativa: pelo facto de permanecer, em cada uma das novas moléculas, uma das cadeias polinucleotídicas da molécula original.

AZT − Liga-se à extremidade 3’ da sequência de nucleótidos − Impede a ligação do grupo fosfato do nucleótido seguinte − É eficaz no tratamento da SIDA, pois o vírus HIV ao entrar na célula tem que se replicar, se existir AZT na extremidade da sequência é impossível a adição de novos nucleótidos − Trava o crescimento do DNA, mas não para, pois existem muitas cadeias de DNA.

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